terça-feira, 24 de novembro de 2015

Tecnologias na educação X Uso correto




O computador começou a ser utilizado na década de 90 com passos lentos. Mas só passou a fazer parte da vida das pessoas e das escolas no inicio do século 20. Tanto em projetos de o governo implantar tecnologia nas escolas, como as pessoas compravam para navegar na internet e fazer trabalhos em casa.
A partir de 1996 através de projetos do governo programaram o uso de computadores na escola publica com o objetivo de ensinar a criança a usar a tecnologia já que muitas não teriam condições de ter em casa. E também para ajudar o grupo docente no ensino.
Esse processo envolve vários fatores, o primeiro é o envolvimento da escola em disponibilizar espaço e infraestrutura para realizar a interação aluno, professor e a tecnologia. Segundo o professor em buscar conhecer e dominar o uso das tecnologias, pois ele que tem que passar o conhecimento para o aluno. E por fim o papel do aluno em saber utilizar as ferramentas tecnológicas isso para o aluno será uma grande vantagem, pois ira ajuda-lo no seu desenvolvimento profissional. Os alunos devem estar preparados para mudanças e incertezas na evolução das praticas educacionais.

Todos tem acesso a informação, não importa a ferramenta ou equipamento que será utilizado desde que saibam utilizar de forma consciente para o desenvolvimento do individuo na sociedade. O que se espera é que com a inserção das tecnologias os alunos tenham ações transformadoras e revolucionarias, pois os alunos buscam o conhecimento com o uso das tecnologias e que elas tragam ótimos resultados para a sociedade.

Poesia PELA LUZ DOS OLHOS TEUS


Mostrando de forma criativa uma poesia
alunas de pedagogia 2° periodo


Parque do Saber

Aula de Campo

A caminho de Feira de Santana

Turminha no Parque do Saber

Parque do Saber

Sala de Reuniões Audiovisuais na Associação Bahia Central

Resenha de Crítica de Libras


Tema: Sou Humano
Julia Feitosa de Assis




Ao buscarmos na humanidade relatos sobre a história dos surdos ,encontraremos um longo processo de luta para serem respeitados como seres humanos .Segundo (Werneck,2006) as pessoas criaram um "quadro classificatório de condições humanas’" e para fazer parte desse quadro eu devo ter todos os membros do corpo intactos e tenho que me comunicar usando os músculos bucais.
Muitas vezes quando somos questionados sobre o assunto da inclusão ,dizemos que somos a favor ,portanto, nossas atitudes provam o contrario. O nosso país está passando por momentos difíceis, crises econômicas, sociais e também ambientais, a população os sindicatos e a mídia está mobilizada clamando por socorro e ajuda para solucionar esses problemas. O errado não e a mobilização por mudanças para melhora de nosso país, o intrigante e como existe pessoas ao nosso lado que passam uma vida sendo considerados como indigentes ,sendo que são seres humanos como nós. Hipócritas? Sim, somos um povo preocupado apenas com si mesmo ,esquecemos que há séculos essas pessoas estão nessa luta por reconhecimento e diretos iguais.
Enfim, o que eles precisam fazer para serem reconhecidos? A resposta é nada. Nós como seres humanos assim como eles devemos exercer o papel de cidadãos e colocar em prática o que está na lei dos direitos humanos .Portanto temos nas mãos o poder de acabar com essa crise de exclusão .
 

Aula de Libras

Os benefícios do sistema de Informação para a sociedade

Resenha



Oliene Sampaio
O mercado atual tem como característica o dinamismo e composto de partes de diferente natureza, por isso, existem competições entre si e as inovações tem sido de grande importância.
A tecnologia da informação é um fator de grande influência para determinar o desenvolvimento das organizações e um diferencial competitivo crucial, é uma ferramenta que vem se tornando fundamental para a sobrevivência, continuidade e maturidade das organizações, seja ela pequeno, médio ou de grande porte.
Ao escrever sobre este assunto, o autor tem como foco um sistema de informação utilizado pelas organizações do ramo bancário: o caixa eletrônico que desempenha um atendimento rápido, eficiente e seguro, utilizando da tecnologia da informação como meios de fornecer aos seus clientes meios para utilizar os serviços bancários com maior comodidade possível. Existem alguns serviços de autoatendimento que traz benefícios tanto para o cliente, quanto para a rede de banco: o usuário realiza operações de seu interesse através do telefone e internet, sem a necessidade de intervenção direta de funcionários do banco.
Através do caixa eletrônico o usuário tem o atendimento mais rápido e está opção de atendimento traz grandes benefícios para os bancos e instituições financeiras que dela se utiliza, com relação à economia, pela redução de clientes dentro das agências, não havendo necessidade do aumento do corpo de funcionários.
É inquestionável, que introdução da tecnologia, em especial a da informação promove mudanças constantes e significativas. A incrível dinâmica da inovação tecnológica é o motor que impulsiona, algumas vezes direta, outras indiretamente, as demais mudanças significativas resultando em uma adaptação muitas vezes inconscientes das atividades, dentro e fora das organizações.
Com tantas mudanças e inovações que traz benefícios aos indivíduos, ainda existe grande dificuldade no uso dos sistemas de informações gerais em toda extensão nacional. O autor fez uma pesquisa focada nas dificuldades que a população do Recôncavo Baiano, em especial para o Município de Cachoeira, tem em relação ao Sistema de Informação. Grande parte desta dificuldade está diretamente relacionada com o grau de instrução e analfabetismo da população.
Segundo o IBGE 2007, o Município de Cachoeira possui uma população total de 32.252 habitantes, dos quais apenas 11.426 pessoas se encontram matriculados em alguma instituição de ensino (pré-escolar, fundamental, médio e superior), isso corresponde a 35,0% dos habitantes.
Para saber a porcentagem de pessoas que tem acesso aos Caixas Eletrônicos foi aplicado questionários compostos por sete questões objetivas e uma última subjetiva opcional. Os dados obtidos com a aplicação de questionários, reflete diretamente na manipulação do sistema de caixa eletrônico. Foi constatado que em média 40% dos usuários deste nível acadêmico são homens, 60% são mulheres na faixa etária de 15 a 25 anos, 68% encontram-se na faixa etária entre 1 a 10 anos de uso, sendo um percentual de 13% que o utilizam a mais de 10 anos. Isso compreende que a instalação de tal equipamento, apesar de não ser recente, a pouco tempo tem efetivamente entrado no cotidiano de muitos dos seus usuários.
O uso deste equipamento é constante, muito provavelmente devido a necessidade. As opções mais acessadas nos Serviços utilizados de acordo com as pesquisas foram os Saques, Saldos e Extratos, seguidos de Deposito Transferência e Pagamento de Boleto. Ainda foram assinaladas as opções de Pagamento do PIS e Recarga de celular. Foram unanimes na opção sim, com 98% das respostas que este sistema funciona trazendo benefícios de modo geral, atingindo o objetivo de sua instalação, mostrando que há benefícios tanto para o usuário, quanto para as empresas que dela se utilizam.
A tecnologia desperta a criatividade, ela transforma a forma como podemos fazer as coisas, realizar tarefas, obter informações, despertar interesses, curiosidades e permitir um vasto campo de possibilidades. Diante do avanço das novas tecnologias, o professor tem como auxilio um novo recurso de tornar suas aulas mais estimulantes e diferenciadas. Esta é uma forma de mostrar que o aluno pode sim obter um bom desempenho perante as maquinas.
O professor que usa a tecnologia na escola, cria certas facilidades aumentando a autoestima dos alunos, além de permitir novos valores e verificando a dificuldade de aprendizagem readaptando com jogos interativos e de fácil entendimento, pois só desta maneira se consegue trazer o aluno para uma aprendizagem mais rápida e valorosa, tanto para sua vida pessoal, quanto para a profissional

Língua Brasileira de Sinais

O vídeo abaixo dá uma explicação prática de Libras.



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

RESENHA do livro: Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer

Dica de Livro

Didática



O objeto de estudo da didática é o processo de ensino no conjunto, isto é, a atividade do professor e dos alunos visando o desenvolvimento das capacidades cognoscitivas e operativas destes mediante a assimilação consciente e ativa de conhecimentos e habilidades. O trabalho docente ocupa-se de instrução, da educação e do ensino como elementos do processo pedagógico escolar, efetivando a mediação de objetivos, conteúdos em função da aprendizagem dos alunos. À medida que o processo de ensino é uma manifestação peculiar da prática educativa que se desenvolve sob condições materiais e sociais concretas de uma determinada sociedade, seus elementos constitutivos - conteúdos, professor e aluno - somente podem ser descritos e explicados em função de objetivos sócio-políticos e de condições concretas. A Didática, assim, não investiga apenas objetivos, conteúdos, métodos, conexões entre o ensino de aprendizagem e as condições e formas que vigoram no ensino, mas também os fatores materiais e sociais reais condicionantes das relações entre docência e aprendizagem.

Dica de Livro

Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer




Nesta obra as autoras apresentam o resultado da prática docente na sala de aula, evidenciando as diversidades e adversidades características e, às vezes, inusitadas dessa atividade. Abre-se também espaço para a reflexão sobre a importância de pensar, escolher e adotar diferentes procedimentos de ensino que ajudam e apoiam o fazer pedagógico, na medida em que, ao elaborar o plano de ensino ou as aulas, o professor tem de optar pela melhor maneira de ensinar um determinado conteúdo aos alunos, de acordo com a realidade e especificidade que se lhe apresentam. Adicionalmente, as autoras relatam e analisam fatos ocorridos no ambiente de aprendizagem, o comportamento e comprometimento dos alunos que se tornarão professores, as experiências gloriosas ou inglórias, os procedimentos de ensino escolhidos e utilizados com determinadas turmas, enfim, o que permeia a formação do ser docente.

Dica de Livro

O que todo Pedagogo precisa saber sobre libras


Este livro é recomendado para alunos de pedagogia e de licenciatura das várias áreas do conhecimento, porém pode e deve ser lido por qualquer profissional que tenha dúvidas sobre a Língua Brasileira de Sinais.
De modo claro, sem abandonar o rigor científico, O que todo pedagogo precisa saber sobre LIBRAS é construído por meio de uma análise bibliográfica, pelas quais algumas das principais questões sobre LIBRAS são abordadas.
Nesse sentido, procura-se abordar desde aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais, como questões legais até a organização do espaço escolar de modo multifacetado, multicultural e bilíngue.


Curriculo

Links dos currículos Lattes

Michelle Brenda do Nascimento Vieira


Julia Feitosa de Assis



Sou Humano

RESENHA

                                                                                          (WERNECK, 2006)
Claudia Werneck é jornalista, escritora, especialista em Comunicação e Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz e fundadora da Organização da Sociedade Civil Escola de Gente.


“De que modo se sente uma pessoa quando o mundo não reconhece como humano o seu modo de falar, de se expressar, de andar, de se locomover, de ver, de não ver...?” (WERNECK, 2006)
Muitas vezes só sentimos ou nos comovemos com algo quando somos afetados, quando sentimos na pele o que essas pessoas passam. Quando nos colocamos no lugar do outro. Ninguém se sente bem em ser excluído. E essa exclusão pode gerar doenças psicológicas que afetam ainda mais a inserção dessa pessoa na sociedade. 
Vivemos em um mundo de pessoas totalmente diferentes e a tendência do ser humano é negar ou repudiar o que é muito diferente dele. O preconceito não vem só das pessoas intituladas como “normais” e sim já se tornou um bloqueio do próprio excluído. Seja surdo, cego, deficiente físico, deficiente mental, é como se eles já tivessem uma barreira que eles mesmos criaram de que não terão a mesma capacidade dos outros. Eles podem até não ter a mesma, mais terão diferentes e que pode ser fundamental no processo, pois cada pessoa tem o seu valor, sua particularidade, sua qualidade e cada um fazendo sua parte o resultado final será bem sucedido. Eles pensam assim não porque querem, mas porque cresceram com esses preconceitos. Embora não aceitamos a exclusão muitas vezes nos mesmos a fazemos, mesmo quando temos o propósito de valorizar as pessoas com deficiência, nos acabamos segregando as ainda mais.  
Podemos pensar em estratégias de inclusão através de dois processos interagindo positivamente entre indivíduos excluídos e a sociedade. O primeiro é tornar os indivíduos cidadãos plenos, recuperando as competências do ser, estar, fazer, criar, saber e ter. O segundo é ter uma sociedade que acolhe e ama o próximo. Porque o primeiro passo é mudarmos a nós mesmos.







        Michelle Brenda do Nascimento Vieira, cursando 2º semestre de Pedagogia na Faculdade Adventista da Bahia. Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Estácio de Sá.


Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas.

RESENHA

Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações, volume 3/ Fabio Bergamo e Ivo Gonzalez Jr. (Organizadores). – Cachoeira, BA, Iaene editora, 2009.
O capítulo em questão vem tratando sobre a capacitação de Gestores das Faculdades Adventistas, vale ressaltar que os autores mencionam sobre a deficiência no preparo de gestores.
“Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas”, ele se divide em cinco tópicos, sendo que em cada uma delas o autor busca apresentar ao leitor uma melhoria na competência de gestores.
No tópico inicial é abordada a importância de uma gestão competente, onde a inovação de talentos, onde há também gestores qualificados e treinados, prezando que uma empresa se constrói não por um sistema de informação desenvolvido, ou, atualizado, mas sim de gestores capacitados para alcançar metas e objetivos.
O segundo tópico trata-se da instituição Adventista, e todo o seu organograma, utilizando os “softwares” a seu favor, e mostra a distribuição, mudando em cada área.
O terceiro tópico vem sendo apresentado uma pesquisa de campo, na própria instituição, para se encontrar os defeitos, para buscar melhorias.
O quarto tópico apresenta a analise dos resultados obtidos, onde os autores ressaltam a importância de manter os gestores desta organização plenamente capacitados e aptos a utilizarem os recursos, mas a própria instituição não disponibiliza treinamentos.
O quinto tópico os autores fazem suas considerações finais.
No capítulo “Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas,” do Livro de “Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações”, onde os autores demonstram um grande interesse em fazer com que o leitor compreenda que além de existir gestão, temos que ter a competência dos gestores, por que através dessa competência irão surgir empresas bem capacitadas para alcançar metas e objetivos de maneira eficaz. É perceptível em nosso convívio social o avanço tecnológico, algo que facilita em bons termos o acesso a informação, e também a agilidade das mesmas, gerando meios confiáveis das analises dos resultados que as empresas buscam, Segundo nos diz O’Brien (2004, p.3).
“[...] a tecnologia da informação pode ajudar a todos os tipos de empresas a melhorarem a eficiência e a eficácia de seus processos de negócios, tomadas as decisões gerenciais e colaboração de grupos de trabalho e com isso pode fortalecer suas posições competitivas num mercado em rápida transformação.
De acordo Mañas (1999, p. 76), “trabalhando a informação de forma correta que a empresa consegue direcionar seus colaboradores para atender da melhor maneira possível aos clientes.”.
As Faculdades Adventistas utilizam dos meios de sistemas de informação para a melhor organização, de toda a Divisão Sul-Americana, que se dividem em Uniões, Associações, Missões, Escolas, Faculdades e Hospitais, para sim melhor proveito do bom funcionamento. Visando também as pesquisas no campo, para encontrar os seus defeitos, sendo que os “Softwares” necessitam de apenas sua atualização, e, mais foco na capacitação de seus gestores como foram apresentadas nas pesquisas feitas apontam que 19% dos usuários acham que o sistema não atende as suas necessidades, e 81% de seus usuários acreditam que sim o sistema atende suas necessidades.
É nítida a importância de um preparo para os gestores da organização, como vimos no capitulo que trata a respeito de toda a competência. Portanto segundo as informações expressas neste capitulo, o que foi observado nas pesquisas feitas na FADBA (Faculdade Adventista da Bahia), que não existe um programa para capacitação para esse sistema. Um dos grandes problemas desses resultados negativos na instituição, é que há uma grande rotatividade de estagiários, sendo que os mesmos quando começam a se adaptar ao sistema, ocorre uma mudança de todos eles. Portanto grandes margens de erros nos relatórios finais. Do que adianta termos em uma organização um “Software” bem padronizado, e que atenda todo o sistema de informação, mas, não temos gestores treinados, e capacitados pela própria empresa.
Todavia para um excelente processo de ensino – aprendizagem na instituição FADBA, é necessário uma atenção especial do departamento de recursos humanos, ou gestão de pessoas, existente na mesma, quando isso for colocado em prática, teremos resultados satisfatórios, que serão visíveis, e então os alunos aos quais são acadêmicos integrais da FADBA, irão sentir o preparo de seus gestores. Os alunos irão entender que além de uma boa qualidade de ensino da instituição, não haverá só a preocupação de seus gestores no preparo para o conteúdo a ser explanado em salas de aulas, mas sim a utilização do sistema de informação das Faculdades Adventistas para o avanço e desenvolvimento de futuros gestores formados, motivando eles a sempre buscarem o melhor preparo, e utilizando-se do avanço tecnológico, um aliado de carreira acadêmica, para o seu futuro como profissional na área acadêmica de sua escolha.
Credenciais dos Autores
Ivo Pedro Gonzalez Junior é doutorando em Administração pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, mestre em Administração pela UNIFACS, graduado em Administração com especialização em Administração e Sistemas de Informação e também em Docência do Ensino Superior. Atualmente é coordenador do Núcleo de Estudos do Recôncavo em Administração e Negócios (NERAN) e professor na graduação de Administração e Ciências Contábeis, também é professor na especialização em Gestão Educacional e Gestão Estratégica.
Fabio Vinicius Macedo Bergamo é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Adventista da Bahia, pós-graduado em Educação pela Faculdade Adventista da
Bahia, Mestre em Administração (Marketing, Estratégia e Operações) pela Universidade Metodista de Piracicaba.
Julia Feitosa de Assis, acadêmica do curso de licenciatura em pedagogia da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).

Aula de Libras Conteúdo: Alfabeto e Números

ALFABETO E NÚMEROS

Alfabeto



Números


Atividade 
 JOGO DA MEMÓRIA










CAÇA AO TESOURO

Preparamos uma aula de caça ao tesouro.Crianças a partir de 5 anos já podem brincar. 
É tão divertido e ao mesmo tempo explora o raciocínio da criança e seu espírito investigador!
Dividimos a sala em dois grupos,e entregamos um mapa com as orientações para eles irem á procuro do tesouro.Cada local descrito no mapa eles encontrariam uma letra das vogais (A,E,I,O,U) com um objeto escondido no local e teriam que fazer aquela vogal em sinal datilológico.Ao final depois de acharem todas as letras chegariam ao tesouro que seria uma caixa com chocolates em formato de moedas.







A HISTÓRIA DOS SURDOS



Até o século XV, as ideias vigentes sobre surdos e a surdez tinham conotações bastante negativas.
Na antiguidade, os surdos eram considerados seres castigados pelos deuses.
Para Aristóteles (384 – 322 a.C), as pessoas que nasciam surdas eram também mudas e, consequentemente, não falavam nenhuma palavra. Segundo Aristóteles, para atingir a consciência humana, tudo deveria penetrar por um dos órgãos do sentido, e ele considerava a audição a porta do canal mais importante do aprendizado. O veredito de Aristóteles de que os surdos não eram treináveis permaneceu por séculos sem ser questionado.
Já os Romanos diziam que os surdos que não falavam não tinham direito legais. Não podiam fazer testamento e precisavam de um curador para todos os seus negócios. Ate mesmo a igreja católica afirmava que sua alma não era imortal, porque eles eram incapazes de dizer sacramentos. 
Ainda em Roma, no século VI durante o reinado do imperador Justiniano, ele formulou o código Justiniano, esse código fazia distinção entre a surdez  e a mudez e ordenava a quem nascesse surdo e mudo não podiam fazer testamento nem receber herança. Mais se a pessoa nasceu ouvindo e perdeu a voz ou audição por doença ou acidente e já fosse educado podia realizar tudo que era proibido ao surdo mudo de nascença.
(Retirado do livro: O papel do outro na escrita de sujeitos surdos.  Ana Cristina Guarinello)
Na Grécia antiga e no inicio do império romano, lideres sociais, como Aristóteles, Platão e o imperador Justiniano, escreveram sobre as questões enfrentadas pelas pessoas surdas daquela época. Durante a historia da civilização ocidental, variavam as atitudes com as pessoas que eram surdas. Algumas sociedades as protegiam, outras as ridicularizavam, perseguiam e também causavam suas mortes.
Os documentos anteriores aos anos de 1500 mencionaram médicos europeus que trabalharam com pessoas surdas. Pedro Ponce de Leon (1520 – 1584), um monge espanhol que talvez tenha sido o primeiro professor de alunos surdos. William Holder e John Wallis, os quais viveram nos anos de 1600, foram responsáveis pela instituição de programas educacionais para surdos na Inglaterra. E por volta de 1700 foram fundadas escolas para surdos.
(Retirado do livro: Introdução à educação especial ensinar em tempos de inclusão. Deborah Deutsch Smith).

No Egito, os Surdos eram adorados, como se fossem deuses, serviam de mediadores entre os deuses e os Faraós, sendo temidos e respeitados pela população.
Na época do povo Hebreu, na Lei Hebraica, aparecem pela primeira vez, referências aos Surdos.
Na Antiguidade os chineses lançavam-nos ao mar, os gauleses sacrificavam-nos aos deuses Teutates, em Esparta eram lançados do alto dos rochedos. Na Grécia, os Surdos eram encarados como seres incompetentes. Aristóteles, ensinava que os que nasciam surdos, por não possuírem linguagem, não eram capazes de raciocinar. Essa crença, comum na época, fazia com que, na Grécia, os Surdos não recebessem educação secular, não tivessem direitos, fossem marginalizados (juntamente com os deficientes mentais e os doentes) e que muitas vezes fossem condenados à morte. No entanto, em 360 a.C., Sócrates, declarou que era aceitável que os Surdos comunicassem com as mãos e o corpo.
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Historia_dos_surdos)

RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO

Alunas: Michelle Brenda do Nascimento Vieira
             Julia Feitosa de Assis
Curso: Pedagogia
Semestre: 2°
Prof.ª: Rosangelis
Turno: Vespertino

 
      Realizamos a observação em dois locais um deles é uma creche municipal (Creche capoeiruçu) e a outro uma escola particular (Colégio da faculdade Adventista da Bahia). Na Creche observamos o grupo 2 e 3 que é composta de 18 alunos e no dia 16 alunos presentes com faixa etária de 2 e 3 anos e na escola o 2° ano do ensino fundamental tem 31 alunos matriculados sem nenhum faltoso, meninos com faixa etária de 7 e 8 anos.
      A observação nos dois locais foi de extrema importância para nós, pois vivenciamos realidades totalmente diferentes de crianças inseridas no mesmo bairro; e percebemos que o bairro não tem uma influência muito grande sobre o aluno. Educar é dever de todos os setores da sociedade e não somente da escola. Claro que contribui mais cada um tem seu dever e a soma de todos os esforços terá como resultado a real aprendizagem.
     Quanto à estrutura física atual a creche é composta por duas salas, dois banheiros, uma recepção pequena entre as salas e no fundo das salas um espaço em que as crianças lancham. Já a da escola particular é bem estruturada.
     A educação no mundo atual é para todos, partindo então dessa questão nos analisamos vários pontos interessantes sobre a escola ser um direito de todos. A creche tinha varias crianças carentes que dependem do auxilio de uma educação adequada. Através do comportamento dos alunos podemos perceber a realidade do cotidiano de cada um. Se tiver uma criança que chama bastante a atenção em sala há algo de errado na família, e por um exemplo que tivemos lá de um menino que se jogava no chão da sala o tempo todo, depois descobrimos que o pai é traficante a mãe apanha do pai, é traída e essa é uma das formas dele chamar atenção de alguém já que em casa não tinha.
      Afirma Libâneo (2012, p 42) “As crianças têm, de fato, problemas emocionais, mas fazem parte das características humanas e, com conhecimentos adequados da Psicologia, da Biologia, da Sociologia, o professor pode aprender a lidar com eles”.
     A infraestrutura da creche não era adequada, apesar da sala de aula ter um ótimo espaço. As professoras não eram preparadas, já as estagiarias deram uma ótima aula e tinham um plano de aula preparado. A falta de um bom ambiente propicia para o processo de ensino daquelas crianças da creche, dificultando o trabalho da professora, que estavam lidando com varias realidades diferentes e com poucos recursos para atender a todos.
    Na escola particular a realidade era outra o plano de aula era exposta para todos antes da aula começar. A professora tinha uma boa didática. A sala era um tamanho bom para a quantidade de alunos, porém se chegar mais não caberá, pois nós ficamos em um lugar apertado.  A professora auxiliar meio que tirou a autoridade da professora quando deixou duas meninas sem participarem da aula e fazendo outra atividade, como se as meninas fossem suas sobrinhas e que podiam ficar se distraindo.   Como diz Libâneo (2012 p 276) “a interação deve estar voltada para a atividade de todos os alunos em torno dos objetivos e do conteúdo da aula”.