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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Tecnologias na educação X Uso correto




O computador começou a ser utilizado na década de 90 com passos lentos. Mas só passou a fazer parte da vida das pessoas e das escolas no inicio do século 20. Tanto em projetos de o governo implantar tecnologia nas escolas, como as pessoas compravam para navegar na internet e fazer trabalhos em casa.
A partir de 1996 através de projetos do governo programaram o uso de computadores na escola publica com o objetivo de ensinar a criança a usar a tecnologia já que muitas não teriam condições de ter em casa. E também para ajudar o grupo docente no ensino.
Esse processo envolve vários fatores, o primeiro é o envolvimento da escola em disponibilizar espaço e infraestrutura para realizar a interação aluno, professor e a tecnologia. Segundo o professor em buscar conhecer e dominar o uso das tecnologias, pois ele que tem que passar o conhecimento para o aluno. E por fim o papel do aluno em saber utilizar as ferramentas tecnológicas isso para o aluno será uma grande vantagem, pois ira ajuda-lo no seu desenvolvimento profissional. Os alunos devem estar preparados para mudanças e incertezas na evolução das praticas educacionais.

Todos tem acesso a informação, não importa a ferramenta ou equipamento que será utilizado desde que saibam utilizar de forma consciente para o desenvolvimento do individuo na sociedade. O que se espera é que com a inserção das tecnologias os alunos tenham ações transformadoras e revolucionarias, pois os alunos buscam o conhecimento com o uso das tecnologias e que elas tragam ótimos resultados para a sociedade.

Parque do Saber

Aula de Campo

A caminho de Feira de Santana

Turminha no Parque do Saber

Parque do Saber

Sala de Reuniões Audiovisuais na Associação Bahia Central

Os benefícios do sistema de Informação para a sociedade

Resenha



Oliene Sampaio
O mercado atual tem como característica o dinamismo e composto de partes de diferente natureza, por isso, existem competições entre si e as inovações tem sido de grande importância.
A tecnologia da informação é um fator de grande influência para determinar o desenvolvimento das organizações e um diferencial competitivo crucial, é uma ferramenta que vem se tornando fundamental para a sobrevivência, continuidade e maturidade das organizações, seja ela pequeno, médio ou de grande porte.
Ao escrever sobre este assunto, o autor tem como foco um sistema de informação utilizado pelas organizações do ramo bancário: o caixa eletrônico que desempenha um atendimento rápido, eficiente e seguro, utilizando da tecnologia da informação como meios de fornecer aos seus clientes meios para utilizar os serviços bancários com maior comodidade possível. Existem alguns serviços de autoatendimento que traz benefícios tanto para o cliente, quanto para a rede de banco: o usuário realiza operações de seu interesse através do telefone e internet, sem a necessidade de intervenção direta de funcionários do banco.
Através do caixa eletrônico o usuário tem o atendimento mais rápido e está opção de atendimento traz grandes benefícios para os bancos e instituições financeiras que dela se utiliza, com relação à economia, pela redução de clientes dentro das agências, não havendo necessidade do aumento do corpo de funcionários.
É inquestionável, que introdução da tecnologia, em especial a da informação promove mudanças constantes e significativas. A incrível dinâmica da inovação tecnológica é o motor que impulsiona, algumas vezes direta, outras indiretamente, as demais mudanças significativas resultando em uma adaptação muitas vezes inconscientes das atividades, dentro e fora das organizações.
Com tantas mudanças e inovações que traz benefícios aos indivíduos, ainda existe grande dificuldade no uso dos sistemas de informações gerais em toda extensão nacional. O autor fez uma pesquisa focada nas dificuldades que a população do Recôncavo Baiano, em especial para o Município de Cachoeira, tem em relação ao Sistema de Informação. Grande parte desta dificuldade está diretamente relacionada com o grau de instrução e analfabetismo da população.
Segundo o IBGE 2007, o Município de Cachoeira possui uma população total de 32.252 habitantes, dos quais apenas 11.426 pessoas se encontram matriculados em alguma instituição de ensino (pré-escolar, fundamental, médio e superior), isso corresponde a 35,0% dos habitantes.
Para saber a porcentagem de pessoas que tem acesso aos Caixas Eletrônicos foi aplicado questionários compostos por sete questões objetivas e uma última subjetiva opcional. Os dados obtidos com a aplicação de questionários, reflete diretamente na manipulação do sistema de caixa eletrônico. Foi constatado que em média 40% dos usuários deste nível acadêmico são homens, 60% são mulheres na faixa etária de 15 a 25 anos, 68% encontram-se na faixa etária entre 1 a 10 anos de uso, sendo um percentual de 13% que o utilizam a mais de 10 anos. Isso compreende que a instalação de tal equipamento, apesar de não ser recente, a pouco tempo tem efetivamente entrado no cotidiano de muitos dos seus usuários.
O uso deste equipamento é constante, muito provavelmente devido a necessidade. As opções mais acessadas nos Serviços utilizados de acordo com as pesquisas foram os Saques, Saldos e Extratos, seguidos de Deposito Transferência e Pagamento de Boleto. Ainda foram assinaladas as opções de Pagamento do PIS e Recarga de celular. Foram unanimes na opção sim, com 98% das respostas que este sistema funciona trazendo benefícios de modo geral, atingindo o objetivo de sua instalação, mostrando que há benefícios tanto para o usuário, quanto para as empresas que dela se utilizam.
A tecnologia desperta a criatividade, ela transforma a forma como podemos fazer as coisas, realizar tarefas, obter informações, despertar interesses, curiosidades e permitir um vasto campo de possibilidades. Diante do avanço das novas tecnologias, o professor tem como auxilio um novo recurso de tornar suas aulas mais estimulantes e diferenciadas. Esta é uma forma de mostrar que o aluno pode sim obter um bom desempenho perante as maquinas.
O professor que usa a tecnologia na escola, cria certas facilidades aumentando a autoestima dos alunos, além de permitir novos valores e verificando a dificuldade de aprendizagem readaptando com jogos interativos e de fácil entendimento, pois só desta maneira se consegue trazer o aluno para uma aprendizagem mais rápida e valorosa, tanto para sua vida pessoal, quanto para a profissional

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Curriculo

Links dos currículos Lattes

Michelle Brenda do Nascimento Vieira


Julia Feitosa de Assis



Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas.

RESENHA

Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações, volume 3/ Fabio Bergamo e Ivo Gonzalez Jr. (Organizadores). – Cachoeira, BA, Iaene editora, 2009.
O capítulo em questão vem tratando sobre a capacitação de Gestores das Faculdades Adventistas, vale ressaltar que os autores mencionam sobre a deficiência no preparo de gestores.
“Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas”, ele se divide em cinco tópicos, sendo que em cada uma delas o autor busca apresentar ao leitor uma melhoria na competência de gestores.
No tópico inicial é abordada a importância de uma gestão competente, onde a inovação de talentos, onde há também gestores qualificados e treinados, prezando que uma empresa se constrói não por um sistema de informação desenvolvido, ou, atualizado, mas sim de gestores capacitados para alcançar metas e objetivos.
O segundo tópico trata-se da instituição Adventista, e todo o seu organograma, utilizando os “softwares” a seu favor, e mostra a distribuição, mudando em cada área.
O terceiro tópico vem sendo apresentado uma pesquisa de campo, na própria instituição, para se encontrar os defeitos, para buscar melhorias.
O quarto tópico apresenta a analise dos resultados obtidos, onde os autores ressaltam a importância de manter os gestores desta organização plenamente capacitados e aptos a utilizarem os recursos, mas a própria instituição não disponibiliza treinamentos.
O quinto tópico os autores fazem suas considerações finais.
No capítulo “Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas,” do Livro de “Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações”, onde os autores demonstram um grande interesse em fazer com que o leitor compreenda que além de existir gestão, temos que ter a competência dos gestores, por que através dessa competência irão surgir empresas bem capacitadas para alcançar metas e objetivos de maneira eficaz. É perceptível em nosso convívio social o avanço tecnológico, algo que facilita em bons termos o acesso a informação, e também a agilidade das mesmas, gerando meios confiáveis das analises dos resultados que as empresas buscam, Segundo nos diz O’Brien (2004, p.3).
“[...] a tecnologia da informação pode ajudar a todos os tipos de empresas a melhorarem a eficiência e a eficácia de seus processos de negócios, tomadas as decisões gerenciais e colaboração de grupos de trabalho e com isso pode fortalecer suas posições competitivas num mercado em rápida transformação.
De acordo Mañas (1999, p. 76), “trabalhando a informação de forma correta que a empresa consegue direcionar seus colaboradores para atender da melhor maneira possível aos clientes.”.
As Faculdades Adventistas utilizam dos meios de sistemas de informação para a melhor organização, de toda a Divisão Sul-Americana, que se dividem em Uniões, Associações, Missões, Escolas, Faculdades e Hospitais, para sim melhor proveito do bom funcionamento. Visando também as pesquisas no campo, para encontrar os seus defeitos, sendo que os “Softwares” necessitam de apenas sua atualização, e, mais foco na capacitação de seus gestores como foram apresentadas nas pesquisas feitas apontam que 19% dos usuários acham que o sistema não atende as suas necessidades, e 81% de seus usuários acreditam que sim o sistema atende suas necessidades.
É nítida a importância de um preparo para os gestores da organização, como vimos no capitulo que trata a respeito de toda a competência. Portanto segundo as informações expressas neste capitulo, o que foi observado nas pesquisas feitas na FADBA (Faculdade Adventista da Bahia), que não existe um programa para capacitação para esse sistema. Um dos grandes problemas desses resultados negativos na instituição, é que há uma grande rotatividade de estagiários, sendo que os mesmos quando começam a se adaptar ao sistema, ocorre uma mudança de todos eles. Portanto grandes margens de erros nos relatórios finais. Do que adianta termos em uma organização um “Software” bem padronizado, e que atenda todo o sistema de informação, mas, não temos gestores treinados, e capacitados pela própria empresa.
Todavia para um excelente processo de ensino – aprendizagem na instituição FADBA, é necessário uma atenção especial do departamento de recursos humanos, ou gestão de pessoas, existente na mesma, quando isso for colocado em prática, teremos resultados satisfatórios, que serão visíveis, e então os alunos aos quais são acadêmicos integrais da FADBA, irão sentir o preparo de seus gestores. Os alunos irão entender que além de uma boa qualidade de ensino da instituição, não haverá só a preocupação de seus gestores no preparo para o conteúdo a ser explanado em salas de aulas, mas sim a utilização do sistema de informação das Faculdades Adventistas para o avanço e desenvolvimento de futuros gestores formados, motivando eles a sempre buscarem o melhor preparo, e utilizando-se do avanço tecnológico, um aliado de carreira acadêmica, para o seu futuro como profissional na área acadêmica de sua escolha.
Credenciais dos Autores
Ivo Pedro Gonzalez Junior é doutorando em Administração pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, mestre em Administração pela UNIFACS, graduado em Administração com especialização em Administração e Sistemas de Informação e também em Docência do Ensino Superior. Atualmente é coordenador do Núcleo de Estudos do Recôncavo em Administração e Negócios (NERAN) e professor na graduação de Administração e Ciências Contábeis, também é professor na especialização em Gestão Educacional e Gestão Estratégica.
Fabio Vinicius Macedo Bergamo é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Adventista da Bahia, pós-graduado em Educação pela Faculdade Adventista da
Bahia, Mestre em Administração (Marketing, Estratégia e Operações) pela Universidade Metodista de Piracicaba.
Julia Feitosa de Assis, acadêmica do curso de licenciatura em pedagogia da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).

RESENHA

Resenha Tecnologia C. e Informação na Educação


Aluna: Lidia Cruz de Queiroz



Com o aumento considerável da competição entre empresas surge novas tecnologias, acordos comerciais entre países e um grande fluxo internacional de capitais, que vem sendo fortalecida pela tecnologia da informação. Mudanças abarcam o ambiente corporativo e não há previsibilidade de informações de tecnologias. A eficácia das organizações são bombardeadas no mercado global onde decisões impactam todo estágio na qual a tecnologia remete-nos a auditoria do sistema nas organizações de melhor eficácia corrigindo deficiências dentro da empresa.
Desenvolvimento tecnológico está sendo vivenciado com as informações cada vez mais veloz, posicionado uma competitividade global. A tecnologia da informação tem sido mais empregado sobre a ótica que o mundo vive em constante modificações, impacta na produtividade padrão de qualidade de produtos, a tecnologia facilita a comunicação de pessoas e grupos de apoio. É necessário a complexidade no meio ambiente digital apresentando fragilidades e suspeita de fraudes e desvio de recursos. E procura adequar o funcionamento dos dados colhidos, de vida útil de informação. Trás suporte de coleta suprindo suas necessidades, a internet vem noticiando acontecimentos no mercado a nível nacional e internacional, Países distintos dificultam as decisões assertivas.
Programar mudanças fazem parte do cenário competitivo de âmbito corporativo vigente, tecnologia tem contribuído no aumento da lucratividade, produtividade e minimizando custos. Sobre a produção e liquides em pleno funcionamento com veracidades e auditoria para fiscalização nos processos dessas informações, das mudanças de novas organizações. Pode alcançar o meio corporativo os meios tecnológicos avançados, vem mantendo conexão com o mundo empresarial, auditoria vem enfatizando a informação da empresa. Imprescindíveis acompanhar os avanços tecnológicos e tomada de decisão da empresa mediante as atividades executadas. Conhecimento como um todo, a enfrentar desafios e oportunidades e auxiliar a tomada de decisões, todos se adéquem as tecnologias e necessidades corporativas. Métodos de pesquisa qualitativa, coleta de dados foram feitas com o gerente de Salvador, lembrar do trabalho de livros e revistas, destacando-se pela qualidade dos produtos oferecidos pela empresa. Técnicas utilizadas pelo Mc Donald’s são de auditoria financeira. Pessoal e equipamentos são usados para exame de controle de férias, permitindo lançar inventários e entrada e saída de mercadorias.
Sistemas são interligados por rede central em são Paulo, a auditoria pode melhorar nos controles de mercadorias, contratação de pessoas e estoque. Ao longo dos anos vem acompanhando
a cultura local e se mantém no mercado competitivo, e tem contribuído para o bom aumento lucrativo. Os auditores saem de São Paulo para verificar o restante das lojas para obterem melhores qualidades no controle financeiro pessoal da empresa, há necessidade do sistema para excelência de seguimento e constante informações faz não perder a eficiência acentuada na imagem da empresa.

INCLUSÃO DIGITAL NA GERAÇÃO TECNOLOGICA




RESENHA
O desafio da inclusão digital na atualidade encara desafios que visam informar e integrar todas as classes sociais em nossa comunidade, tanto pobres quanto ricos e os de classe média, ainda enfrentam o obstáculo de atualizar-se em um mundo que gira em torno da tecnologia da informação, e a disseminação dessa inclusão tem encontrado alguns desafios, tais como, a extrema pobreza e a falta de uma educação de qualidade, dificultando o acesso ao mercado de trabalho e ao enriquecimento do conhecimento pessoal e profissional.
Segundo Diniz (2007), a inclusão digital nos remete à busca da reflexão do mundo da localidade, das condições de sobrevivência (emprego, alimentação, moradia, etc.) A inclusão digital possui o papel de resgatar os excluídos digitais ao contexto da sociedade movidas pelo processo de criação, produção e sublimação da informação em conhecimento. Atualmente calcula-se que apenas 20% da população brasileira estão incluídos na sociedade da informação. Ou seja, a maioria das pessoas sofre com o problema da exclusão, sem sequer saber que são excluídas.
O desafio é encontrar organizações e governos que estejam dispostos a quebrar esse paradigma e fortalecer projetos de inclusão digital. Segundo as pesquisas do IBGE, 52,9% dos municípios brasileiros tem programas de inclusão social. Segundo Passos (2007) a responsabilidade social pressupões consciência e compromisso das empresas com as mudanças sociais, e impõe que elas reconheçam sua obrigação com os seres humanos e a construção de uma sociedade mais justa, honesta e solidária.
Segundo Freire (2003), “A chamada brecha digital preocupa não apenas porque a diferença de renda entre providos e desprovidos de tecnologia digital tende a aumentar numa época de forte inovação tecnológica, mas pela oportunidade de diminuir esta desigualdade pelas vias dos ganhos dos mais pobres”.
Mediante as pesquisas de campo realizadas por Bergamo e Gonzalez Jr realizadas na cidade de Cachoeira, Bahia, empresários que decidiram adotar em suas organizações a inclusão digital, obtiveram resultados surpreendentes com os jovens de classe de baixa renda que outrora não tinham acesso à tecnologia da informação, mas que a partir do conhecimento que obtiveram, tornaram os resultados mais satisfatórios, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, e quem mais ganhou com isso, a sociedade.

Para muitos alguns anos atrás ter um computador em casa era luxo, hoje ele se tornou uma necessidade. Estamos vivendo em uma era digital, que quem não tem acesso à tecnologia esta ficando para trás no mercado de trabalho. E cabe às organizações investirem na aprendizagem dos funcionários, ao governo oferecer cursos gratuitos para a população e implantar laboratórios de informática nas escolas. Mais vamos ser realistas que na classe popular é bem precária a situação, e muitas escolas não têm nem o básico para um ensino de qualidade. Quanto mais investir na área tecnológica. Os alunos muitas vezes deixam de frequentar a escola por terem que trabalhar para ajudar na renda familiar, e os estudos acabam ficando de lado. E cabe a nos lutarmos por isso, pois é direito de todos terem acesso fácil à tecnologia.

O autor Ivo Pedro Gonzalez Junior, Doutorando em Administração pela Universidade Federal da Bahia - UFBA
Mestre em Administração pela UNIFACS. Graduado em Administração com especialização em Administração e Sistemas de Informação e também em Docência do Ensino Superior. Atualmente é coordenador do Núcleo de Estudos do Recôncavo em Administração e Negócios (NERAN) e professor na graduação de Administração e Ciências Contábeis. Também é professor na especialização em Gestão Educacional e Gestão Estratégica.


Michelle Brenda do Nascimento Vieira, cursando 2º semestre de Pedagogia na Faculdade Adventista da Bahia. Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Estácio de Sá.