segunda-feira, 23 de novembro de 2015

RESENHA do livro: Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer

Dica de Livro

Didática



O objeto de estudo da didática é o processo de ensino no conjunto, isto é, a atividade do professor e dos alunos visando o desenvolvimento das capacidades cognoscitivas e operativas destes mediante a assimilação consciente e ativa de conhecimentos e habilidades. O trabalho docente ocupa-se de instrução, da educação e do ensino como elementos do processo pedagógico escolar, efetivando a mediação de objetivos, conteúdos em função da aprendizagem dos alunos. À medida que o processo de ensino é uma manifestação peculiar da prática educativa que se desenvolve sob condições materiais e sociais concretas de uma determinada sociedade, seus elementos constitutivos - conteúdos, professor e aluno - somente podem ser descritos e explicados em função de objetivos sócio-políticos e de condições concretas. A Didática, assim, não investiga apenas objetivos, conteúdos, métodos, conexões entre o ensino de aprendizagem e as condições e formas que vigoram no ensino, mas também os fatores materiais e sociais reais condicionantes das relações entre docência e aprendizagem.

Dica de Livro

Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer




Nesta obra as autoras apresentam o resultado da prática docente na sala de aula, evidenciando as diversidades e adversidades características e, às vezes, inusitadas dessa atividade. Abre-se também espaço para a reflexão sobre a importância de pensar, escolher e adotar diferentes procedimentos de ensino que ajudam e apoiam o fazer pedagógico, na medida em que, ao elaborar o plano de ensino ou as aulas, o professor tem de optar pela melhor maneira de ensinar um determinado conteúdo aos alunos, de acordo com a realidade e especificidade que se lhe apresentam. Adicionalmente, as autoras relatam e analisam fatos ocorridos no ambiente de aprendizagem, o comportamento e comprometimento dos alunos que se tornarão professores, as experiências gloriosas ou inglórias, os procedimentos de ensino escolhidos e utilizados com determinadas turmas, enfim, o que permeia a formação do ser docente.

Dica de Livro

O que todo Pedagogo precisa saber sobre libras


Este livro é recomendado para alunos de pedagogia e de licenciatura das várias áreas do conhecimento, porém pode e deve ser lido por qualquer profissional que tenha dúvidas sobre a Língua Brasileira de Sinais.
De modo claro, sem abandonar o rigor científico, O que todo pedagogo precisa saber sobre LIBRAS é construído por meio de uma análise bibliográfica, pelas quais algumas das principais questões sobre LIBRAS são abordadas.
Nesse sentido, procura-se abordar desde aspectos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais, como questões legais até a organização do espaço escolar de modo multifacetado, multicultural e bilíngue.


Curriculo

Links dos currículos Lattes

Michelle Brenda do Nascimento Vieira


Julia Feitosa de Assis



Sou Humano

RESENHA

                                                                                          (WERNECK, 2006)
Claudia Werneck é jornalista, escritora, especialista em Comunicação e Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz e fundadora da Organização da Sociedade Civil Escola de Gente.


“De que modo se sente uma pessoa quando o mundo não reconhece como humano o seu modo de falar, de se expressar, de andar, de se locomover, de ver, de não ver...?” (WERNECK, 2006)
Muitas vezes só sentimos ou nos comovemos com algo quando somos afetados, quando sentimos na pele o que essas pessoas passam. Quando nos colocamos no lugar do outro. Ninguém se sente bem em ser excluído. E essa exclusão pode gerar doenças psicológicas que afetam ainda mais a inserção dessa pessoa na sociedade. 
Vivemos em um mundo de pessoas totalmente diferentes e a tendência do ser humano é negar ou repudiar o que é muito diferente dele. O preconceito não vem só das pessoas intituladas como “normais” e sim já se tornou um bloqueio do próprio excluído. Seja surdo, cego, deficiente físico, deficiente mental, é como se eles já tivessem uma barreira que eles mesmos criaram de que não terão a mesma capacidade dos outros. Eles podem até não ter a mesma, mais terão diferentes e que pode ser fundamental no processo, pois cada pessoa tem o seu valor, sua particularidade, sua qualidade e cada um fazendo sua parte o resultado final será bem sucedido. Eles pensam assim não porque querem, mas porque cresceram com esses preconceitos. Embora não aceitamos a exclusão muitas vezes nos mesmos a fazemos, mesmo quando temos o propósito de valorizar as pessoas com deficiência, nos acabamos segregando as ainda mais.  
Podemos pensar em estratégias de inclusão através de dois processos interagindo positivamente entre indivíduos excluídos e a sociedade. O primeiro é tornar os indivíduos cidadãos plenos, recuperando as competências do ser, estar, fazer, criar, saber e ter. O segundo é ter uma sociedade que acolhe e ama o próximo. Porque o primeiro passo é mudarmos a nós mesmos.







        Michelle Brenda do Nascimento Vieira, cursando 2º semestre de Pedagogia na Faculdade Adventista da Bahia. Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Estácio de Sá.


Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas.

RESENHA

Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações, volume 3/ Fabio Bergamo e Ivo Gonzalez Jr. (Organizadores). – Cachoeira, BA, Iaene editora, 2009.
O capítulo em questão vem tratando sobre a capacitação de Gestores das Faculdades Adventistas, vale ressaltar que os autores mencionam sobre a deficiência no preparo de gestores.
“Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas”, ele se divide em cinco tópicos, sendo que em cada uma delas o autor busca apresentar ao leitor uma melhoria na competência de gestores.
No tópico inicial é abordada a importância de uma gestão competente, onde a inovação de talentos, onde há também gestores qualificados e treinados, prezando que uma empresa se constrói não por um sistema de informação desenvolvido, ou, atualizado, mas sim de gestores capacitados para alcançar metas e objetivos.
O segundo tópico trata-se da instituição Adventista, e todo o seu organograma, utilizando os “softwares” a seu favor, e mostra a distribuição, mudando em cada área.
O terceiro tópico vem sendo apresentado uma pesquisa de campo, na própria instituição, para se encontrar os defeitos, para buscar melhorias.
O quarto tópico apresenta a analise dos resultados obtidos, onde os autores ressaltam a importância de manter os gestores desta organização plenamente capacitados e aptos a utilizarem os recursos, mas a própria instituição não disponibiliza treinamentos.
O quinto tópico os autores fazem suas considerações finais.
No capítulo “Gestão de Competências Tecnológicas: Uma avaliação da capacitação tecnológica dos gestores das Faculdades Adventistas,” do Livro de “Gestão estratégica da tecnologia: instrumentos e aplicações”, onde os autores demonstram um grande interesse em fazer com que o leitor compreenda que além de existir gestão, temos que ter a competência dos gestores, por que através dessa competência irão surgir empresas bem capacitadas para alcançar metas e objetivos de maneira eficaz. É perceptível em nosso convívio social o avanço tecnológico, algo que facilita em bons termos o acesso a informação, e também a agilidade das mesmas, gerando meios confiáveis das analises dos resultados que as empresas buscam, Segundo nos diz O’Brien (2004, p.3).
“[...] a tecnologia da informação pode ajudar a todos os tipos de empresas a melhorarem a eficiência e a eficácia de seus processos de negócios, tomadas as decisões gerenciais e colaboração de grupos de trabalho e com isso pode fortalecer suas posições competitivas num mercado em rápida transformação.
De acordo Mañas (1999, p. 76), “trabalhando a informação de forma correta que a empresa consegue direcionar seus colaboradores para atender da melhor maneira possível aos clientes.”.
As Faculdades Adventistas utilizam dos meios de sistemas de informação para a melhor organização, de toda a Divisão Sul-Americana, que se dividem em Uniões, Associações, Missões, Escolas, Faculdades e Hospitais, para sim melhor proveito do bom funcionamento. Visando também as pesquisas no campo, para encontrar os seus defeitos, sendo que os “Softwares” necessitam de apenas sua atualização, e, mais foco na capacitação de seus gestores como foram apresentadas nas pesquisas feitas apontam que 19% dos usuários acham que o sistema não atende as suas necessidades, e 81% de seus usuários acreditam que sim o sistema atende suas necessidades.
É nítida a importância de um preparo para os gestores da organização, como vimos no capitulo que trata a respeito de toda a competência. Portanto segundo as informações expressas neste capitulo, o que foi observado nas pesquisas feitas na FADBA (Faculdade Adventista da Bahia), que não existe um programa para capacitação para esse sistema. Um dos grandes problemas desses resultados negativos na instituição, é que há uma grande rotatividade de estagiários, sendo que os mesmos quando começam a se adaptar ao sistema, ocorre uma mudança de todos eles. Portanto grandes margens de erros nos relatórios finais. Do que adianta termos em uma organização um “Software” bem padronizado, e que atenda todo o sistema de informação, mas, não temos gestores treinados, e capacitados pela própria empresa.
Todavia para um excelente processo de ensino – aprendizagem na instituição FADBA, é necessário uma atenção especial do departamento de recursos humanos, ou gestão de pessoas, existente na mesma, quando isso for colocado em prática, teremos resultados satisfatórios, que serão visíveis, e então os alunos aos quais são acadêmicos integrais da FADBA, irão sentir o preparo de seus gestores. Os alunos irão entender que além de uma boa qualidade de ensino da instituição, não haverá só a preocupação de seus gestores no preparo para o conteúdo a ser explanado em salas de aulas, mas sim a utilização do sistema de informação das Faculdades Adventistas para o avanço e desenvolvimento de futuros gestores formados, motivando eles a sempre buscarem o melhor preparo, e utilizando-se do avanço tecnológico, um aliado de carreira acadêmica, para o seu futuro como profissional na área acadêmica de sua escolha.
Credenciais dos Autores
Ivo Pedro Gonzalez Junior é doutorando em Administração pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, mestre em Administração pela UNIFACS, graduado em Administração com especialização em Administração e Sistemas de Informação e também em Docência do Ensino Superior. Atualmente é coordenador do Núcleo de Estudos do Recôncavo em Administração e Negócios (NERAN) e professor na graduação de Administração e Ciências Contábeis, também é professor na especialização em Gestão Educacional e Gestão Estratégica.
Fabio Vinicius Macedo Bergamo é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Adventista da Bahia, pós-graduado em Educação pela Faculdade Adventista da
Bahia, Mestre em Administração (Marketing, Estratégia e Operações) pela Universidade Metodista de Piracicaba.
Julia Feitosa de Assis, acadêmica do curso de licenciatura em pedagogia da Faculdade Adventista da Bahia (FADBA).